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terça-feira, 2 de junho de 2015

SUSTENTABILIDADE


Ouvimos muito sobre sustentabilidade, mas enquanto educadores, não temos nos mobilizado para práticas educativas que garantam a continuidade dos aspectos culturais, sociais, econômicos, físicos e ambientais do planeta.
A cultura de sustentabilidade ainda não foi adotada pela maioria da população do nosso país e, como educadores, devemos pensar numa escola que promova esse aprendizado, a fim de se ensinar a importância de atitudes de preservação, para que as gerações futuras não sofram com a destruição ambiental. Precisamos criar a responsabilidade social em nossos alunos, a fim de que sejam auto-suficientes no sustento de suas famílias, sem ficarem na dependência de outras pessoas.
Aprender a aproveitar materiais descartáveis é uma forma de enriquecer o conhecimento, além de mostrar que o lixo precisa ser transformado.
Com o lixo descartado, pode se levar para a sala de aula técnicas que estimulem o saber, o aprender, pois o resultado aparece quase que instantaneamente, de forma rápida, e é isso que os alunos gostam.
Às vezes os alunos têm frutas no quintal de casa e não sabem reaproveitá-las, como bananas, abacates, laranjas, limões, mamões, etc. É papel da escola capacitar os mesmos para estas aprendizagens, pois poderão encontrar dignidade em suas vidas.
Precisamos mostrar que a coletividade é uma forma de crescer, que a divisão de tarefas e responsabilidades pode proporcionar qualidade nos resultados de nossas intenções, e que um grupo de pessoas pode transformar a sociedade. Dessa forma nossos alunos estarão convivendo com conceitos de sustentabilidade, conteúdos e aprendizados que ficarão por toda a vida. E transformaremos o mundo através de pequenas atitudes, primeiramente realizadas por pequenos grupos.
Pedagoga Jussara de Barros
Equipe Brasil Escola

MÚSICA

Música na sala de aula


Sempre presente no dia a dia de crianças e adolescentes, a música agrada todas as idades.

A música está intimamente ligada às tradições e à cultura das sociedades na história. Compreender esta linguagem é chave para construir a sensibilidade.

Aprender música na escola significa, portanto, aprender a se expressar por meio dos sons e desenvolver habilidades como o canto, a execução instrumental, a audição e a improvisação sonora.


Fazer a formação musical das crianças, isto é, musicalizá-las, conforme o jargão da área, é desenvolver os instrumentos de percepção necessários para que os alunos tornem-se sensíveis à música. Mais do que isso: quando planejamos um jogo, uma brincadeira musical ou uma atividade com instrumentos de percussão, para que a criança entenda o que é o ritmo, por exemplo, queremos, adiante, que ela seja capaz de criar sentido para aquilo que ouve. Podemos ir ainda mais além: queremos que este aluno consiga expressar-se por meio da linguagem musical - seja pela produção de sequências sonoras, seja pela apreciação e julgamento crítico daquilo que ouve.


terça-feira, 19 de maio de 2015

CULINÁRIA




Cozinhar é uma atividade lúdica e muito divertida para o universo infantil, que vê a manipulação e o preparo dos alimentos como uma espécie de mágica. Por isso, quando as crianças são estimuladas a aprender noções de culinária, elas também passam a comer melhor e acabam interferindo nas compras da família, quando acompanham os pais nas idas aos supermercados






"revista guia fundamental"

LIBRAS

Ensino de libras não só para a alfabetização da criança em inclusão, 
e sim para a alfabetização de qualquer criança.


O ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) no ensino fundamental é tão importante quanto a própria alfabetização tradicional, não apenas para a criança de inclusão no caso a criança com deficiência auditiva e sim para toda a classe escolar. Da mesma forma que as crianças aprendem a ler e escrever para que outra pessoa a leia e a entenda, elas também PRECISAM saber se comunicar com pessoas com deficiência. 
Não é porque uma criança não é surda/muda que ela não precise saber essa linguagem, até porque se fosse dessa forma, a criança surda só poderia se comunicar com outra criança surda, pois os que não fossem não saberiam se comunicar com ela, fazendo assim uma exclusão ao invés de inclusão dentro da sala de aula, assim como fora.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Novas alternativas para o ensino fundamental.



- Centro Universitário La salle.
- Disciplina: Informática e multimeios na educação.
- Prof° Ana Margô Mantovani.
- Grupo: Carolina Pulgatti e Elyse Cardozo.
- Objetivo do blog: Incentivar professores a usarem alternativas novas no curriculo do ensino fundamental. Dando ideias para variar e incrementar seus métodos de aula.
- A quem se destina: Professores.